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2 de set. de 2013

Estrada do Cerne - Bateias/Castro

Sábado (31/08) fomos numa galera da pesada fazer o quinto pedal do Cerne, organizado pelo Grupo O2, participei o ano passado e para mim foi pesado pra caralho, cheguei moído em casa, então me preparei bem para este pedal. Claro, estava mais experiente e isso ajudou bastante.
Saímos numa renca (18 pessoas) de Bateias, a saída foi de lá pois a estrada antes deste pedaço é uma merda. Não vou escrever o nome de todos, são todos conhecidos.
Quando saímos estava frio pra caramba e neblina que nos acompanhou boa parte do início do pedal. Alguns probleminhas no pedal (aro quebrado, furos) mais nada de absurdo. Achei este pedal bem mais simples que o do ano passado, as subidas para ir a Castro são mais fáceis do que na volta.
Não tenho muito o que escrever, claro, o rolê foi massa, a companhia dos amigos foi divertida, mas não tem muitas paisagens legais no decorrer do trajeto. Senti algumas dores e cansaço com certeza por pedalar de segunda a sexta uns 60 Km em média.
Chegamos em Castro, comemos, bebemos e fomos embora de Van, ainda quando chegamos a Curitiba ganhei uma carona até a esquina de casa.
Valeu pessoal pelo rolê!


                                 A galera para a foto oficial
 
                                 Não aparece mas tem uns caras na rabera do caminhão

                                 Esta foi a paisagem do pedal



                                 Aqui já com 1 Kg de pó nos pulmões

             Neste local duas senhoras simpáticas nos atenderam, foi o nosso almoço

                                 O trecho asfaltado do Cerne é animal!

                                 Indo embora




6 de mar. de 2012

Cerne IV

Fui convidado (quer dizer, desistiram e eu entrei) para um
pedal na Estrada do Cerne, O Cerne IV
organizado anualmente pelo Grupo O2 (Thiago, Lulis, Du). O esquema foi assim:
saída às 07:00 da manhã do Shopping Itália com uma Van sentido Castro, onde tomamos
um café e começamos a pedalar mais ou menos às 10 (tarde demais). O começo foi
tranquilo, descidas e mais descidas, a paisagem não muda muito em todo o
trajeto, mata fechada. “Almoçamos” (eu comi um saquinho de amendoim e uma barra
de cereal) numa birosca (uma das poucas abertas durante todo o trajeto) que só
tinha refrigerante Xereta, acho que este era o ponto mais baixo do pedal. Continuamos
e paramos para esperar o resto do grupo numa vilinha. 40 minutos depois
chegaram e tivemos duas baixas: Fabrício e Renato. Eles descolaram uma carona e
seguiram. Nos despedimos e aí começaram
as subidas, não vou me estender demais sobre as subidas só digo que quem
pretende fazer este caminho (tanto na ida quanto na volta) deve estar bem
preparado. Muito pó no caminho e mais pro final movimento de carros intenso.
Quase escurecia e paramos numa outra birosca chamada Kabana Bacana e comemos umas coxinhas, que custavam os olhos da
cara. Seguimos e o resto do pedal não teve muita coisa interessante, só o
cansaço. Cheguei em casa com 136.10 Km e segundo o pessoal com mais de dois mil
metros de subidas acumuladas. Acho que este foi o último pedal mais pesado
antes do meu casamento que será dia 17 de Março, agora só pedágio ou cidade.
Os outros ciclistas: Mildo, Luiz, Fábio, Fabrício, Lyra,
Rafael e Marcos.