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26 de abr. de 2015

Curitiba/Porto Amazonas/Lapa Curitiba

    Dia 20/04 fui com Rodrigo e Fabrício realizar um pedal que havia feito faz muito tempo, que tenho registrado aqui no blog. Um pedal muito maneiro, pois passa por estradas muito bonitas e para mim foi um pedal significativo porque não passava por essas regiões fazia mais de um ano! A última vez foi no Audax 200, em Fevereiro de 2013, depois da lesão no tendão não havia voltado.
    Seguimos pela 277 com algumas pancadas de chuva pelo caminho, a última no Recanto dos Papagaios, depois só alegria. A estrada que liga a 277 à Porto Amazonas/Lapa é muito bonita, com vários campos, fazendas, animais e o principal: com pouco movimento de carros, pra quem não conhece, vale a pena passear por aquelas bandas!
    Almoçamos na Lapa, e o meu problema é o tal do Buffet livre. Putz comi que nem um cavalo, isso não é recomendável, pois a volta foi difícil, rs. Brincadeiras a parte, a volta pela Rodovia do Xisto foi tranquila, um pedal bem legal e sem grandes imprevistos. Deu uns 190 KM.  Quero voltar mais para aqueles lados. :)

                     Aqui um pouco depois do Recanto dos Papagaios, essa estrada é um tapete

                                  Dia perfeito, nublado e sem sol forte, ótimo para aproveitar

17 de jun. de 2013

Randonnée Lapa 600

  Sábado (16/05) foi dia de fazer os 600 Km do Randonneurs Lapa, o último para fechar a série. Sexta a noite peguei uma carona com o Fábio Meglin (valeu parceiro) e chegamos a Lapa lá pelas  21 horas, fomos jantar e ele foi para o hotel e eu para a casa do João/Manu/Celinha Saboia, dormi lá no 200 e 400 e agora no 600, muito obrigado por me acolher!
  Eu estava preocupado, pois na segunda e terça  que antecederam a prova eu fiquei muito doente, uma gripe muito forte e não estava me sentindo 100%, mas fui mesmo assim, tomando anti-inflamatório e remédio para dor. Escreverei por PC's para facilitar.
  Largamos em 11 pessoas as 4 da matina da rodoviária, bastante frio. Segui com o Lucas até o primeiro PC localizado em Rio Negro (51,81 KM), o mesmo do 300, lá estava o Douglas Kawano para anotar os horários que chegamos. Saímos sentido ao próximo PC, em Palmeira (+ 102,29 KM), já havíamos passado por lá no 400. Eu estava meio mal, comi lá no posto e tudo melhorou. Saímos em direção à Irati, a estrada é boa até lá, com pouco movimento, pedalamos uns 50 KM e paramos no Anila (restaurante) e comemos uma torta, a minha foi de prestígio e estava demais!!! Daí pra frente o Luiz Chagas seguiu conosco. Seguimos pedalando juntos, conversando sobre muita coisa, chegamos a um pedágio que não lembro qual era e começou a chover (o que seria uma constante no pedal). Coloquei minhas roupas de chuva e bora. Uns 30 minutos de garoa, anoiteceu e daí até Guarapuava chuva grossa mesmo, mas fomos seguindo. Paramos no SAU que antecedia a subida da serra de Guarapuava para um café e começamos a subir. Aliás, subidas não faltaram, não sei da altimetria mais deu mais de 5.000 metros acumulados. Pensem, movimento de caminhões pesados, carros ultrapassando os caminhões pesados, acostamento curto, viadutos sem acostamento e com tudo isso chovendo pra caralho! Sério, tratando de pedais foi a coisa mais insana que fiz. Teve uma hora que um caminhão passou tão perto da gente que "gelamos", foi foda. No final da subida encontramos o Rodyer (já estava voltando) e ele disse que estava foda, o acostamento era ruim e sujo. Enfim chegamos ao Posto Panorâmico (+ 169,81 KM) e, posso falar por todos, chegamos deprimidos. Encharcados, com muito frio e fome, eu tremia e minha cabeça estava a milhão, pensando na clássica "o que estou fazendo aqui". Nessa hora eu pensei seriamente em desistir. Comemos, fomos ao banheiro, secamos as roupas, pedimos jornais e forramos os corpos, foi o que nos salvou. Começamos a raciocinar melhor, pensamos em dormir em Guarapuava mas a chuva havia parado e decidimos ir dormir em Prudentópolis (como planejado). Seguimos aquecidos pelos jornais no corpo, até suando, melhor assim do que passando frio. Descer a serra foi uma maravilha, o movimento havia diminuído. Chegamos 2 da manhã ao Hotel Elite (recomendo), fomos super bem atendidos e dormimos 4 horas. Como foi bom tomar um banho e dormir numa cama! Acordamos, tomamos café da manhã e saímos 7:20, tarde e obviamente tivemos que "socar a bota" para chegar ao outro PC a tempo. Saímos de Prudentópolis o tempo estava úmido, 2 horas depois já estávamos molhados novamente. Seguimos pedalando forte, numa descida furou o pneu do Lucas, trocamos e o ritmo diminuiu um pouco, eu estava com medo que não desse tempo. Numa outra descida eu olhei para trás e o Lucas estava bem longe, avisei o Chagas para ele diminuir, ele falou "que?" e eu disse para ele seguir, olhei para trás novamente e quando voltei para frente o Chagas havia freiado, resultado: consegui jogar para a grama, o tombo não foi tão feio, o meu guidom entortou um pouco e o freio da frente quebrou, segui só com o detrás.
  Depois de pedalar um monte chegamos finalmente ao Posto Panorâmico de Vila Velha (+ 174,90 KM) faltando pouco tempo para "fechar", encontramos o Fábio, Ronildo e Edmilson lá, conversamos um pouco sobre as loucuras do pedal e acabei seguindo com eles, Lucas e o Chagas ficaram no Panorâmico mais um tempo. Ressalva ao Edmilson que fez boa parte do pedal com o câmbio da frente quebrado e teve que rodar na 'coroinha'.
   Passamos por Witmarsum e chegamos a estrada que liga Palmeira a Lapa, nessa hora o Lucas juntou-se a nós e seguimos em cinco. Foi ótimo passar por este trecho de dia, no 400 já estava escuro e foi terrível. A chuva caía mais nessa hora nada mais incomodava. Fomos conversando e logo chegamos a casa do João (+ 102, 03 KM), não sei que horas eram, umas 18 e pouco, pouco importava, chegamos no horário!!! Eu nem acreditava que havia conseguido, até um tempo atrás eu achava uma coisa muito distante.
   Outra ressalva para o Luiz Chagas, ele chegou uma meia hora depois, crente que havia passado do horário e não, o cara chegou no horário de homologar e ficou super feliz!
   Uma pena eu não ter podido tomar uma cerveja (como sempre faço) depois do pedal por conta do remédio.
   Agradeço a todos os amigos que fiz ao longo desta série, todas as conversas, risadas, caronas, pedaladas, dores, enfim, foi do caralho, valeu mesmo! E que venha o próximo ano, Lapa!
* as fotos ficaram péssimas por que são do meu celular.

                                Foto da largada por Manu Saboia


                           Primeiro PC


                            Amanhecer de sábado, única hora que parecia que ia dar sol

                                Lucas na Ponte

                              Café para esquentar

                                Estrada massa!!!


                                Torta de prestígio, animal

                            Última hora antes de chover em sentido Guarapuava

                              No hotel em Prudentópolis, saco de lixo é o canal



17 de mai. de 2013

Randonnée Lapa 400

Dia 11/05 foi dia de 400 Km, na verdade o trajeto todo deu 408.00 KM. Nesse pedal não quebrou cambio, nem furou pneu, nem nada de anormal, foi um pedal "tranquilo". Claro, foi pesado pra caramba, não havia feito esta distância ainda, altimetria alta, não sei exatamente quanto de subidas acumuladas mas nosso estado, o querido Paraná é abençoado com muitas subidas.
Saímos em 18 pessoas as 4 da matina da rodoviária de Lapa com bastante frio e diferente do 300 me preparei melhor e fui com roupas para a ocasião. Encontrei o Diogo Perinazzo e o Lucas Augusto e fomos na parceria até o final da prova. As estradas em quase todo o trajeto pareciam tapetes de tão boas.
Belas paisagens do início ao fim, principalmente quando amanheceu. O trajeto passou por Teixeira Soares, Ponta Grossa, Castro e Porto Amazonas. Não havia ido até a região de Castro, caramba, tem umas subidas de "queimar" as pernas por lá.
Na volta teve um PC secreto no próximo a Witmarsum, lá encontramos o Fábio Meglin, estava cheio de dores e disse que não ia continuar. Emprestei a ele uma pomada e o Diogo um analgésico, melhorou e continuou conosco. O trecho que liga Porto Amazonas a Lapa foi sofrido, eu estava com sono, o Diogo vomitou, todos estavam cansados, pedalar a noite não é fácil. Numa hora paramos para descansar e eu deitei no acostamento, fechei os olhos e já comecei a "viajar", tipo sonhando mesmo. Enfim, chegamos a Lapa!!! Dos 18 que largaram, 18 completaram, parabéns a todos!
Agradeço o companheirismo de Diogo e Lucas e as piadas do Fábio que ajudaram a descontrair o final do pedal. E que venha o 600.          

                                       Primeiro PC

                                       Estradas muito legais ao longo do trajeto

                                      Em direção a Teixeira Soares

                                       Paraná

                                       Lucas e Diogo, parceiros do pedal

                                       Teixeira Soares

                                   Nessa hora calor desgraçado (e o Paraná continua lindo)

                             Um trecho da estrada em reforma, nessa hora furou o pneu do Diogo

                                       Tecnologia de ponta a favor dos ciclistas

                                       Portal de entrada de Castro

                                       Aqui estávamos indo em direção a Ponta Grossa

                                       Janta no Panorâmico, estupendo!!!
                                       
                                       Assim foi a volta, garoa, frio, e subidas



17 de dez. de 2012

Randonnée 200 Lapa


Dia 14/12 marquei com o João Saboia e o Bruno de ir até a cidade da Lapa para participar do Audax 200 KM 15/12. Apesar das frequentes pancadas de chuva que pegamos no caminho a viagem pela Rodovia do Xisto foi tranquila, 70 KM. No caminho fui conversando com o Bruno e ele foi me falando sobre sua viagem Curitiba/Alaska e coisas que aconteceram.
Chegamos a Lapa, tomamos um baita café e fomos dormir. Agradeço ao João e sua mãe Dona Celinha pela hospitalidade. 5 horas da manhã já estávamos de pé e a largada foi as 6:30, na frente da casa do João. Muita gente faltou e acho que largaram 19 pessoas. O Trajeto era Lapa/Balsa Nova e o primeiro PC era no Posto Spréa, depois do Recanto dos Papagaios. O segundo na Lanchonete Balsa Nova. Todo o caminho fui com outas pessoas, não fui sozinho em nenhum momento. O outro PC era o Posto Ipiranga ali em Campo Largo, depois na volta subir até São Luiz e finalmente o último PC era novamente o Posto Spréa. A altimetria acumulada de todo o pedal apontava mais de 2.700 metros, mas diferente de Porto Alegre (que era plano e eu cansei pra caramba) no da Lapa terminei me sentindo muito bem, talvez por que em Poa eu tomei várias cervejas um dia antes, rs rs. Brincadeiras a parte eu sempre treino para aqueles lados então ficou um tanto tranquilo para mim. A paisagem nem se fala, só estradas lindas! (tem outros posts aqui no blog que passei por estas estradas). A chuva foi inevitável, mais nada que atrapalhasse o percurso. O importante é que não aconteceu nenhum grande problema durante o trajeto. Fechei com 200.16 KM e dentro do tempo (a partir de agora não colocarei meu tempo).
Um salve para o Rodyer, João, Bruno, Stefan, Romildo, Sérgio, Marcus e Douglas e aos demais que não tive oportunidade de conversar, valeu pela companhia!!! 


                       Aqui paramos no pedágio da Lapa para colocar os faróis

                                 A largada


                                  O PC de Balsa Nova

                                 Eu e Douglas tomando um café no pedágio de São Luiz

                                 Stefan destruindo na estrada
 




30 de ago. de 2012

Curtiba Porto Amazonas Lapa Curitiba

Quinta (30/08) fui pedalar. Meu objetivo era conhecer a PR 427 na extensão de Palmeira a Lapa. Saí de casa as 7:40 (atrasado) e segui sentido Palmeira. Poucos ciclistas na estrada, vi 3 voltando dos lados de Campo Largo. Até o pedágio tudo na mesma e minha primeira parada foi no posto do Portal de São Luiz, comi um lanche lá e segui sentido Palmeira, estrada ótima, parece um tapete. Cheguei a bifurcação que vai pra Porto e fui. É uma estrada de pista simples com um 'acostamento' de uns 50 cm, quando vinha caminhão passava para a contra mão por conta do vácuo que eles deixavam, perigoso. Mais vale muito a pena pedalar por lá, parece aquelas estradas européias.
A paisagem é animal, muito verde e muitas fazendas com vacas e outros animais. Logo cheguei a Porto, achei que era mais longe, dei um rolê pela cidade que literalmente é um ovo, bem pequena.
Segui sentido Lapa, engraçado, eu fazendo força e não ia, olhei para trás e era um daqueles 'falsos planos', acho que quase todo o trecho fui subindo. Ah, é claro, um vento contra chato pra caramba. 12:30 horas cheguei a Lapa e desta vez conheci uma outra Lapa. A entrada que dá na cidade vindo de Porto é um pouco a frente daquela com o portal, várias quebradas, igual a qualquer cidade grande. Não ia almoçar mais mudei de idéia, comi um prato feito e 13:04 saí. A estrada do Xisto já foi melhor, da última vez que passei com o Leandro lá estava impecável, agora está um lixo. Logo cheguei (no Xisto também com vento contra) a Curitiba e quando cheguei no Fazendinha levei uma fechada de um carro. Que merda né, não aconteceu nada o pedal inteiro e quando chega a cidade dá problema. Resolvi ir bem de boa, no Água Verde encontrei meu amigo Neto Bike Messenger e fiquei trocando umas idéias com ele, cheguei em casa com 183.68 KM e obviamente para repor os perdidos, uma cervejinha.






Aqui em Porto Amazonas, não vi nada de legal para registar então tirei uma foto minha.